Este vídeo foi realizado para a cadeira de Editorial, do curso de Tecnologia em Fotografia da Ulbra, sob orientação do professor Fernando Pires.
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
EDI VIDEO G2
Este vídeo foi realizado para a cadeira de Editorial, do curso de Tecnologia em Fotografia da Ulbra, sob orientação do professor Fernando Pires.
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
EDI_ Café da manhã
Aluna: Kauana Vargas
Briefing: Café da manhã
Fotografia Editorial / ULBRA
Curso Superior de Tecnologia em Fotografia
Professor: Fernando Pires
2013/2
EDI_ Minha bolsa, minha vida!
Aluna: Kauana Vargas
Briefing: Minha bolsa, minha vida!
Fotografia Editorial / ULBRA
Curso Superior de Tecnologia em Fotografia
Professor: Fernando Pires
2013/2
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
EDI_ Portfólio G2
Modelo: Joyce Schotten
Briefing: Hering x C&ABriefing: Hering x C&A
Briefing: Dia das Crianças
Modelo: Naoma
Briefing: Mesa do professor
Briefing: Low Key
Briefing: Dia das crianças
Modelo: Laís Santos Ferraz
Briefing: História da moda
Modelo:Franciele Menezes
Briefing:A síndrome dos Kidults
Briefing: Minha bolsa, minha vida!
Aluna: Kauana Vargas
Fotografia Editorial / ULBRA
Curso Superior de Tecnologia em Fotografia
Professor: Fernando Pires
2013/2
EDI_ A síndrome dos kidults
Os Kidults, adultos com proporções corporais infantis.
Briefing: A síndrome dos kidults
Modelo: Franciele Menezes
Produção em grupo: Kauana Vargas e Tathe Sza
Fotografia Editorial / ULBRA
Curso Superior de Tecnologia em Fotografia
Professor: Fernando Pires
2013/2
Briefing: A síndrome dos kidults
Modelo: Franciele Menezes
Produção em grupo: Kauana Vargas e Tathe Sza
Fotografia Editorial / ULBRA
Curso Superior de Tecnologia em Fotografia
Professor: Fernando Pires
2013/2
EDI_ A mesa do professor ONTEM e HOJE.
"Educar é um dom
concebido aqueles que antes de tudo aprenderam a se doar, o magistério é
uma eterna doação de amor, de conhecimento, de experiências de vida.'' (Luiz Alves)
Ontem
Hoje
Briefing: Dia da Crianças - O resgate das brincadeiras infantis
Produção em grupo: Alice Lindorfer, Giovanni Ceconello,
Kauana Vargas, Patrícia Benvenuti, Tathe Sza
Fotografia Editorial / ULBRA
Curso Superior de Tecnologia em Fotografia
Professor: Fernando Pires
2013/2
Ontem
Hoje
Briefing: Dia da Crianças - O resgate das brincadeiras infantis
Produção em grupo: Alice Lindorfer, Giovanni Ceconello,
Kauana Vargas, Patrícia Benvenuti, Tathe Sza
Fotografia Editorial / ULBRA
Curso Superior de Tecnologia em Fotografia
Professor: Fernando Pires
2013/2
EDI_ Palestra sobre Intercâmbio
Palestra realizada dia 03 de outubro de 2013, no auditório do prédio 14, no Campus Ulbra, Canoas, com alunos da universidade que fizeram intercâmbio, fornecendo assim, informações sobre o assunto aos alunos que pensam em fazer também.
Fotografia Editorial / ULBRA
Curso Superior de Tecnologia em Fotografia
Professor: Fernando Pires
2013/2
Fotografia Editorial / ULBRA
Curso Superior de Tecnologia em Fotografia
Professor: Fernando Pires
2013/2
EDI_ História da moda
Camisa: A origem da camisa remete ao Egito antigo, e a kalasiris - vestimenta reta, costurada dos lados, com abertura para passar a cabeça. Seu comprimento variava: longo para o mestre, curto para os escravos. A peça recebeu mangas na época do Império Romano, e ficou conhecida por túnica manicata. A manicata era usada com cinto e manteve-se como modelo básico de toda vestimenta até a Idade Média. Era usada por homens e mulheres durante o dia, como 'roupa de baixo' para proteger as vestimentas de transpiração. Á noite, servia de pijama. Aos poucos essa camisa primitiva passou de 'roupa de baixo' para 'roupa de cima', aparecendo em algumas partes do vestuário. Foi assim que as extremidades das mangas se estreitavam, dando nascimento aos punhos. A estrutura definitiva, com mangas cortadas separadamente e costuradas ás cavas, veio do Oriente com as Cruzadas do século XI, difundindo o vestuário persa.
No final da Idade Média, no século XV, a camisa já era conhecida por todos. Sua importância era tamanha que, em torneios, os combatentes as vestiam sob as couraças e, no final, aquelas maculadas com sangue eram devolvidas, como mensagens de amor, ás damas que as ofertavam.
No fim do século XV e início do XVI o decote se fechou no pescoço e se prolongou, moldando o que seria o colarinho. Com o tempo a camisa passou a evidenciar status, valorizada pela qualidade do tecido, rendas e brancura jamais maculada pelo suor do trabalho. Nessa época inventaram-se os punhos e colarinhos postiços. Entre a nobreza, a camisa, sempre branca, tinha gola alta e era usada erguida, atingindo a altura das orelhas. Depois os formatos mudaram e, em 1853, o modo 'turn-down' (virar para baixo) gerou o colarinho, os punhos, peças independentes abotoadas ás mangas, perderem as rendas e babados. A camisa branca atingiu o auge no século XIX, distinguindo os 'colarinhos brancos' dos 'colarinhos azuis', usados por operários. Por muito tempo a camisa branca identificou hierarquia social. Por volta de 1860, o branco competia com discretos tons pastel.
Ainda no século XIX, época da esgrima, a frente da camisa ganhou reforço: afinal, proteção era uma necessidade. O século mudou, a moda se simplificou e, antes da Primeira Guerra, o punho duplo já aparecia costurado á manga da camisa. Durante a Primeira Guerra o vermelho marcante simbolizou uma legião de voluntários italianos, os Garibaldianos, ou 'camisas vermelhas', sob o comando de Giuseppe, neto de Garibalde.
No século XX, a camisa se viu ameaçada por diversas inovações da moda: camiseta, polo e sportswear.. Na modelagem tradicional, as cores, listras e xadrezes ainda fazem a diferença. Uma camisa com listras finas, por exemplo, pode aparecer de modo informal, com mangas arregaçadas e jeans, ou combinada a uma roupa de grife, realçando uma bela gravata de ceda.
No final do século XX, a camisa constava do guarda-roupa feminino. Com raízes na linha masculina - simples e com modelagem plana -, ela é associada a profissionalismo, personalidade marcante e segurança, atributos necessários para o jogo do poder.
O abanador era símbolo cerimonial no Egito, China e Grécia. Em tribos africanas contemporâneas ainda há a figura do carregador da sombrinha, caminhando atrás do chefe e protegendo-o do sol.
Gregos e romanos, embora influenciados pela cultura egípcia, não aceitavam um homem se resguardar do sol, fora de cerimoniais. Aquele que procurasse proteção era tido como afeminado. O guarda-sol era para mulheres, e elas se beneficiaram com o preconceito. Na Grécia, usavam sombrinhas brancas e existiam, inclusive, a Festa dos Guarda-sóis, realizada uma vez por ano, na Acrópole, em homenagem á fertilidade.
Foi nos anfiteatros romanos ao ar livre que o guarda-sol foi usado para proteção á chuva. Em inesperadas garoas, as mulheres abriam seus guarda-sóis, impermeabilizados por uma técnica que utilizava papel. Os homens, indignados pela visão pbnubilada, reclamavam. O uso do guarda-chuva em atos públicos causou polêmicas e a questão chegou ao imperador Dominiano (século I), que intercedeu em favor das mulheres.
Até o século XVIII guarda-sol e guarda0chuva permaneceram como acessório exclusivamente feminino, e os homens preferiam se ensopar na chuva e manter a virilidade. Jonas Hanway discordava, e desfilou publicamente com um guarda-chuva na Inglaterra durante trinta anos. Os homens concluíram que era mais barato comprar um guarda-chuva do que alugar conduções sempre que chovia. Dessa maneira, o objeto passou a ser usado por homens e mulheres, sem preconceito.
Briefing: História da Moda
Modelo: Laís Santos Ferraz
Fotografia Editorial / ULBRA
Curso Superior de Tecnologia em Fotografia
Professor: Fernando Pires
2013/2
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